Quem somos

Somos uma ONG, legalmente fundada em 2003.

Ao longo de cinco anos de existência, mister se torna, olhar um pouco na sua sua história a gênese que fomentou sua insurgência. A entidade foi fruto de vivências com movimentos de diversos matizes e sintetizados em grupos como o PELEJARTE, jornal "Peleja da mosca", Grupo SOFIA, PARAFERNÁLIA, ABRIL PRA ARTE, onde artistas, poetas, músicos se organizavam livremente e experimentavam arte.

A cultura e suas cores nos animaram à criação de uma organização social que possibilitasse o desenvolvimento de vários projetos de maneira mais efetiva e mais elaborada. Foi devidamente legalizada em 2003.

Na sua primeira edição denominada Ceará em foco: usina cultural, vários profissionais de áreas distintas desenvolveram projetos que tinham como âncora, a cultura transversalizada com o social, o meio ambiente, a educação dentre outras. Com a inserção de novos paradigmas, a reformulação da diretoria em 2007, de seus eixos, da inserção em diversos movimentos de cultura livre sentiu-se a necessidade de abraçar temáticas oriundas da cultura digital e as discussões de modelo de mercado solidário o que ensejou a transformação para "Ceará em Foco: Antenas e Raízes."

O movimento de cultura digital que emerge do cenário mundial e do Ceará, com a qual a entidade se perfila, engloba ações e pensamentos que instigam a sustentabilidade econômica, social, ambiental e cultural. A partir de construções colaborativas, livres. Daí que a entidade se transformou em "Ceará em Foco: Antenas e Raízes" e faz parte de um movimento amplo de conhecimento livre e tem como eixos fundamentais e norteamento filosófico:

  • Cultura como política de emancipação, baseada nos preceitos da agenda 21 da cultura;
  • Disseminação de tecnologias livres tendo o Software livre como filosofia norteadora;
  • A Economia Solidária como alternativa ao mercado capitalista.

O surgimento da Ceará em foco: antenas e raízes, nasce daí: ser um instrumental na implementação de políticas públicas para a cultura, no seu viés sócio-econômico-digital. A entidade procura experimentar modelos de gestão compartilhada, em que não exista relação hierárquica entre seus membros e associados, lançando em Fortaleza a noção de "CNPJ livre" e de cooperativismo. A filosofia da cultura digital é sustentada por cinco pilares:

  1. A colaboração em rede, como forma de construção de um novo modo de aprender, produzir e trocar;
  2. A generosidade intelectual como ferramenta que possibilita a ampla disponibilização de cultura e conhecimento;
  3. O software livre como meio de apropriação do computador e seus periféricos.
  4. A MetaReciclagem como de desmistificação e reconstrução da parafernália tecnológica, muitas vezes considerada obsoleta, presente ao nosso redor;
  5. A economia solidária como alternativa ao mercado formal.